É de pequenino que se torce o pepino

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Enraizar bons hábitos alimentares desde criança é a estratégia mais eficaz para a manutenção de bons hábitos alimentares ao longo da vida. Além do mais, maus hábitos alimentares na infância aumentam o risco do aparecimento de doenças crónicas em idade adulta. Assim, torna-se fundamental fomentar hábitos alimentares saudáveis nas crianças. O papel dos adultos como orientadores na aquisição de hábitos saudáveis é fundamental, pelo que deve ter em conta os seguintes aspectos:

 

- É inato preferir o doce e o salgado e recusar o amargo e o azedo. Desta forma, há que expôr as crianças a todo o tipo de sabores desde cedo, de forma a diminuir a probabilidade de ocorrência de aversão a novos sabores e alimentos. Embora seja natural a recusa de ingerir determinado alimento, fique a saber que a chave reside na insistência. Estudos científicos demonstram que é recorrente a necessidade de expor a criança a um alimento de forma continuada, podendo ser necessário experimentar o mesmo alimento 14 vezes para a criança, finalmente, aceder a incluí-lo na alimentação. Não se deixe manipular pela estratégia infantil de recusar alimentos, de forma a receber os alimentos preferidos em troca!

- Tenha disponíveis em casa os alimentos mais saudáveis, de forma a que a criança possa consumi-los de forma tão natural quanto consome snacks e outros produtos alimentares menos saudáveis, mas que estão disponíveis. Permita o acesso dos mais pequenos a estes alimentos saudáveis, mantendo-os preparados para consumir e prontos a comer, como fruta lavada, cenoura descascada, batidos de fruta, leite, pão fatiado, gelatinas, queijinhos individuais, entre outros.

- Lembre-se que, não só as crianças, como também os adolescentes, aprendem por imitação. Assim, dê o exemplo e faça uma alimentação saudável, de forma a mostrar aos mais pequenos que devem ingerir este tipo de alimentos. Da mesma forma, abstenha-se de recusar alimentos saudáveis por não gostar deles e disponibilize-os em casa, para que todos possam comê-los.

- Saiba que as acções dos pais afectam o comportamento alimentar dos filhos. Não deve valorizar reacções negativas nem dar atenção a birras despoletadas pela alimentação. Se a criança se recusar a ingerir a quantidade de alimentos adequada, sirva a mesma quantidade num prato maior e branco, de forma a dar a ideia de que o prato se encontra vazio. Da mesma forma, se a criança insiste em comer maior quantidade de comida do que aquela de que necessita, sirva a refeição num prato de sobremesa, que vai parecer cheio. Não seja demasiado proibitivo em relação aos alimentos, nem demasiado permissivo: adopte uma postura intermédia, que não faça os mais pequenos preferirem um alimento proibido, nem optar livremente pelas preferências inatas.

- A modelação por parte dos amigos e da publicidade também tem importância na alimentação dos mais novos. Neste caso, os adultos devem modelar o comportamento dos mais novos por meio do diálogo, orientando-os para fazerem escolhas alimentares saudáveis.

- Tenha em atenção que as preocupações a nível nutricional diferem de grupo etário para grupo etário:

- Dos 6 aos 9 anos, altura em que os mais pequenos adquirem os hábitos, a forma mais fácil de os levar a incluir alimentos saudáveis na alimentação é através de jogos ou de experiências práticas, como a participação na confecção dos alimentos;

- Dos 10 aos 13 anos dá-se a consolidação dos hábitos alimentares, sendo a melhor altura para habituar os jovens adolescentes a comer devagar, a variar a alimentação e a ganhar hábitos de ingestão adequada de água;

- Dos 14 aos 18 anos é suposto manter-se os hábitos alimentares, pelo que é fundamental conseguir dissociar a alimentação saudável de uma alimentação monótona. Além disso, é uma das alturas do ciclo de vida em que as necessidades energéticas são mais elevadas, pelo que é importante fornecer opções alimentares, provenientes de todos os grupos alimentares, que se ajustem às necessidades individuais.


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